TEATRO E PRISÃO: DILEMAS DA LIBERDADE ARTÍSTICA

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    Sinopse

    Características

    Este livro é resultado de uma experiência prática e dos desafios enfrentados por um grupo de artistas que se propuseram a criar arte e reflexão e um ambiente comumente associado ao crime e ao fracasso: a prisão.O Projeto Teatro nas Prisões possibilitou, nos anos de 2002 e 2003, nas dependências da Penitenciária Feminina do Tatuapé, a realização do espetáculo Mulheres de Papel. A partir de 2004, o projeto aconteceu fora de um presídio, com presos em regime semi-aberto e ex-presidiários, resultando no espetáculo Muros.Nascidos de processos dirigidos pelo diretor de teatro Jorge Spínola, dos quais Vicente Concilio participou nas funções de ator e pesquisador, esses espetáculos possibilitaram a elaboração de uma análise das contradições resultantes da inserção de propostas artísticas em ambientes prisionais.Além disso, trata-se de um resgate da própria história da presença de processos teatrais em presídios, da qual fizeram parte Frei Betto, Ruth Escobar, Maria Rita Freire Costa, Roberto Lage e Elias Andreato, entre outros.Pessoas que sabem que o tipo de punição que a cadeia produz não é solução. É parte do problema. Assim, experiências que iluminam seu universo inacessível para mostrar que há alternativas ao seu funcionamento, como o projeto Teatro nas Prisões, merecem um olhar atento e muito mais apoio dos responsáveis pelas políticas destinadas aos encarcerados.

    Especificação

    ISBN9788560438280
    TítuloTEATRO E PRISÃO: DILEMAS DA LIBERDADE ARTÍSTICA
    EditoraHUCITEC
    Formato13X18 cm
    Espessura1 cm
    Páginas160
    IdiomaPortuguês
    AssuntoTEATRO
    Tipo de CapaBrochura
    Edição1ª Edição
    Ano de Publicação2008

    Home

    Sinopse1Este livro é resultado de uma experiência prática e dos desafios enfrentados por um grupo de artistas que se propuseram a criar arte e reflexão e um ambiente comumente associado ao crime e ao fracasso: a prisão.O Projeto Teatro nas Prisões possibilitou, nos anos de 2002 e 2003, nas dependências da Penitenciária Feminina do Tatuapé, a realização do espetáculo Mulheres de Papel. A partir de 2004, o projeto aconteceu fora de um presídio, com presos em regime semi-aberto e ex-presidiários, resultando no espetáculo Muros.Nascidos de processos dirigidos pelo diretor de teatro Jorge Spínola, dos quais Vicente Concilio participou nas funções de ator e pesquisador, esses espetáculos possibilitaram a elaboração de uma análise das contradições resultantes da inserção de propostas artísticas em ambientes prisionais.Além disso, trata-se de um resgate da própria história da presença de processos teatrais em presídios, da qual fizeram parte Frei Betto, Ruth Escobar, Maria Rita Freire Costa, Roberto Lage e Elias Andreato, entre outros.Pessoas que sabem que o tipo de punição que a cadeia produz não é solução. É parte do problema. Assim, experiências que iluminam seu universo inacessível para mostrar que há alternativas ao seu funcionamento, como o projeto Teatro nas Prisões, merecem um olhar atento e muito mais apoio dos responsáveis pelas políticas destinadas aos encarcerados.
    Autor1CONCILIO, VICENTE

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